4 de janeiro de 2012

Mulheres ocupam espaços de poder e lutam por garantia de direitos

O ano de 2011 foi literalmente das mulheres. Além da posse da primeira presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, aumentou a participação feminina no primeiro escalão, com dez ministras, que representam quase 28% dos ministérios.


Não bastasse o marco histórico da posse de Dilma, ela foi também a primeira mulher a inaugurar o Debate Geral de uma Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York. Nesse cenário, a bancada feminina do PT também teve papel relevante, notadamente na luta pela igualdade de gênero e garantia de direitos.
Nessa trincheira, foram muitas as reuniões nos gabinetes dos ministérios e dos dirigentes do Congresso Nacional. Com o relator do Plano Plurianual (PPA 2012-2015), senador Walter Pinheiro (PT-BA), o empenho foi para garantir que recortes de gênero fossem incluídos no texto do PPA e na da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO 2012). “Queremos o protagonismo das mulheres nas ações orçamentárias do País”, disse a deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), coordenadora da bancada feminina da Câmara.
As deputadas petistas conseguiram se articular para a aprovação de projetos importantes. Um deles é o projeto de lei (PL 583/07), que proíbe a revista íntima de mulheres nas empresas privadas e nos órgãos e entidades da administração pública. Para Janete Pietá, a proposta garante “o direito da inviolabilidade da privacidade da mulher”.
Sensibilizado à causa, o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), entregou à ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, o termo de adesão ao Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. O plano será um instrumento concreto para combater qualquer discriminação contra as 7.273 mulheres que trabalham na Câmara. Entre as primeiras ações, está o aperfeiçoamento dos editais de terceirização, destacando ambos os gêneros.
Em outra frente, a sensibilidade da presidenta Dilma com relação aos pleitos da bancada feminina possibilitou a construção de seis mil creches no País, facilitando a inclusão das mulheres no mercado de trabalho, fato destacado por Benedita da Silva (RJ) e Dalva Figueiredo (AP).
“Estamos vivendo um momento de respeitabilidade e de novas conquistas”, disse Benedita. “Além das creches, podemos citar a Rede Cegonha, o Plano de Enfrentamento à Violência da Mulher, o Pronatec Mulher associado ao Programa Brasil Sorridente”. Dalva apontou também o Plano Nacional de Políticas Públicas para Mulheres.
Para as deputadas Erika Kokay (PT-DF) e Marina Sant’ana (PT-GO), a ampliação do número de mulheres nos postos de comando deve ser comemorada, mas é preciso garantir a alternância de gênero na política para reforçar a democracia. “Queremos assegurar a participação de 50% das candidaturas às mulheres e garantir maior engajamento na elaboração de políticas públicas”, afirmou Erika.
Na avaliação das deputadas Luci Choinacki (PT-PR) e Eliane Rolim (PT-RJ), as conquistas foram grandes, mas ainda falta muito para fortalecer a participação da mulher na política. Elas defendem o financiamento público de campanhas eleitorais, previsto na reforma politica defendida pelo PT, e maior atenção ao cumprimento da Lei 12.034/09, que determina o preenchimento obrigatório de no mínimo 30% e no máximo de 70% para candidaturas de cada sexo.
Na Câmara, ganhou também destaque o Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher, celebrado em 25 de novembro. Numa iniciativa do deputado Vicentinho (PT-SP) a Câmara realizou sessão solene para lembrar a importância do tema e a Lei Maria da Penha, que pune os agressores.

Programa de Aquisição de Alimentos vai beneficiar 270 mil agricultores familiares em 2012

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) fechou 2011 com mais de 204 mil agricultores familiares inseridos nesse mercado institucional.

O orçamento disponibilizado para esta ação pelos ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) foi recorde no ano passado, chegando a R$ 794 milhões - e a execução, ainda em andamento, deverá alcançar a quase totalidade do previsto: mais de R$ 775 milhões.
Em 2012, o governo federal pretende investir aproximadamente R$ 1,2 bilhão com aquisições de alimentos para beneficiar cerca de 270 mil agricultores familiares. No âmbito do Plano Brasil Sem Miséria a meta é, até 2014, promover a inclusão produtiva de 255 mil agricultores familiares em situação de extrema pobreza. Outra meta é ampliar, até o final do governo, de 204 mil para 445 mil o número total de agricultores familiares que vendem a produção para o PAA.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, avalia o PAA como instrumento estratégico de inclusão produtiva e de integração da Política de Segurança Alimentar. “O programa permite aos agricultores familiares a comercialização de produtos junto ao mercado institucional, gerando renda, oportunidades e aquecendo a economia local. Com isso, eles participarão da dinâmica virtuosa do campo”, afirma.
Inclusão social e econômica
Completados oito anos da criação do programa, crescem os avanços para assegurar a comercialização dos alimentos produzidos pela agricultura familiar, gerar renda para o setor e contribuir com a segurança alimentar e nutricional da população no País, segundo o MDA.
No primeiro ano do PAA, a execução orçamentária foi de R$ 145 milhões. Em 2010 esse número aumentou para R$ 644 milhões. Neste mesmo período, mais de R$ 3,5 bilhões foram investidos na aquisição de aproximadamente R$ 3,1 milhões de toneladas de alimentos, envolvendo uma média de 160 mil agricultores familiares por ano, em mais de 2,3 mil municípios brasileiros. Os alimentos adquiridos pelo PAA abastecem, em média, 25 mil entidades anualmente, que atendem mais de R$ 15 milhões de pessoas.
O PAA se desdobra em quatro diferentes modalidades executadas por vários agentes operadores. O MDA participa em duas delas: no Apoio à Formação de Estoques pela Agricultura Familiar (CPR Estoque) e na Compra Direta da Agricultura Familiar (Cdaf). O programa também conta com as modalidades Doação Simultânea e Incentivo à Produção e ao Consumo de Leite, executadas pelo MDS e parceiros.
Instituído pela lei nº 10.696/2003 e atualizado pela Lei nº 12.512/2011, o PAA é uma das ações do programa Fome Zero, criado para garantir às populações em situação de insegurança alimentar o acesso a alimentos saudáveis, com alto valor nutritivo. Além disso, o objetivo é promover a inclusão social e econômica no campo por meio do fortalecimento da agricultura familiar.
O PAA compra a produção da agricultura familiar a preços justos, compatíveis com os praticados nos mercados regionais e com isenção de licitação. Mais de 330 produtos da agricultura familiar, além de produtos tradicionais, também os produtos da sociobiodiversidade e os orgânicos são vendidos no PAA. Leites e derivados, grãos e cereais, frutas (inclui polpas e sucos), hortaliças, raízes e tubérculos, carnes e ovos, farináceos, mel, panificados e massas, doces, pescado, oleaginosas, além de castanhas, açúcares, condimentos e temperos, sementes e outros.
Agroecológicos e orgânicos
No PAA, os produtos agroecológicos ou orgânicos ganham um acréscimo de até 30% no seu preço de venda, conforme estabelecido na resolução nº 39, de 16 de janeiro de 2010. A resolução dispõe sobre os preços de referência para a aquisição dos produtos da agricultura familiar sob as modalidades Compra da Agricultura Familiar com Doação Simultânea e Compra Direta Local da Agricultura Familiar com Doação Simultânea.
Para o diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor da Secretaria da Agricultura Familiar do MDA, Arnoldo de Campos, a diversidade de produtos ofertados pela agricultura familiar está proporcionando à população uma dieta saudável, respeitando os hábitos alimentares de cada região brasileira. “O PAA é uma importante ferramenta de fortalecimento da agricultura familiar. O desafio é continuar avançando na organização econômica dos agricultores familiares para a consolidação do acesso a mercados e poder ofertar mais produtos aos consumidores”, destaca.
Experiência
O presidente da Associação dos Pequenos Produtores de Arroz Vermelho de Santana dos Garrotes e Vale do Piancó (PB), José Soares Filho, diz que acessar o PAA trouxe significativas mudanças para a vida dos 77 agricultores que hoje comercializam a produção de 300 hectares de arroz vermelho para o programa.
De acordo com José, antes os agricultores entregavam a produção para os atravessadores, que pagavam R$ 0,70 pelo quilo do arroz com casca. Agora com o PAA o quilo é vendido a R$ 1,50. “A renda dos agricultores aumentou em mais de 50%. Eles já estão ampliando a área de plantio para atender o programa”. Na primeira entrega, em 2007, foram comercializadas 70 toneladas do alimento. Em 2011, o volume das entregas foi ampliado para 200 toneladas. As vendas foram viabilizadas graças à utilização da modalidade de Apoio à Formação de Estoques pela Agricultura Familiar (CPR Estoque). Com capital de giro garantido pelo PAA, acessar o mercado ficou mais fácil.
Rico em vitamina B1, fibras, cálcio e com zero de colesterol, o arroz vermelho é vendido no comércio local e também para o Programa de Alimentação Escolar (Pnae). “Somos o maior produtor de arroz vermelho do mundo, o produto já é reconhecido como tipo 1 e para agregar valor estamos buscando a sua Identificação Geográfica (IG)”, explica José.
A modalidade de Apoio à Formação de Estoques pela Agricultura Familiar (CPR Estoque) apoia a comercialização das cooperativas e associações da agricultura familiar para que formem seus estoques e comercializem os produtos em condições mais favoráveis. Nesta modalidade, cada cooperativa ou associação pode acessar até 1,5 milhão por ano pelo PAA, a juros de 3% ao ano. O agricultor pode vender até R$ 8 mil por ano para o PAA.

Deputada gaúcha propõe internação compulsória para tratar dependentes de drogas

Agência BrasilEstá tramitando no legislativo gaúcho um projeto de lei para criação de um sistema estadual de internação compulsória para dependentes químicos. Se aprovado, a proposta permitirá que a Secretaria Estadual de Saúde resgate viciados em drogas para desintoxicação. “A dependência da droga tira a consciência que se quer dos pacientes para que eles próprios busquem a internação. Eles perdem o juízo da realidade e a racionalidade”, justifica a deputada estadual e autora do projeto, Miriam Marroni (PT-RS). Alguns especialistas, porém, questionam a medida, que seria difícil de viabilizar e que supostamente não traz uma visão global do problema.
O projeto (PL 438/2011) seguirá para análise da Comissão de Constituição e Justiça e estabelece entre outras diretrizes, a elaboração de um laudo técnico para subsidiar solicitações judiciais de internação compulsória. “Temos que mudar a lei federal que hoje diz que internação compulsória é só por meio de promotoria. Hoje uma mãe que quer internar o filho tem que depender do judiciário, não tem uma equipe que permita à família internar o filho”, explica Miriam.
A coordenadora do Departamento Estadual de Saúde Mental, Károl Veiga Cabral, diz que, depois de ingressar no sistema de saúde pública, os usuários de substância psicoativa têm a garantia do leito para o período adequado à desintoxicação, além de tratamento nos Centro de Atenção Psicossocial (Caps). “Porém, todos os serviços dependem da vontade do usuário em querer se tratar. Os que procuram internação, geralmente, estão muito mal ou fugindo de traficantes. Eles saem do hospital e vão continuar tendo fissura e desejo por droga, estarão no mesmo ambiente social e com os mesmos problemas que o levaram a dependência”, explica.
De acordo com a psicóloga, as ações do estado devem priorizar a ampliação de leitos para retaguarda das internações e uma articulação dos serviços existentes no sistema público de saúde. “Tem que costurar a rede para o Caps estar junto ao hospital, estimular o dependente a deixar a droga. O que também não garante que não haverá uma recaída. Mas temos que analisar o todo. Droga é uma problema social e não só de saúde”, defende.
Pelo texto do PL da deputada petista, há previsão de articular esta rede de atendimento para dependentes de forma a garantir que o internado seja encaminhado para tratamento terapêutico. “O primeiro passo é a equipe multidisciplinar que irá fazer o diagnóstico e elaborar o laudo. Depois, se faz o resgate com ambulância e se precisar, com a presença da Brigada Militar. O terceiro passo é encaminhar o usuário para a desintoxicação. Após os 20 dias de internação, a equipe o encaminha para tratamento”, afirma.
Internar não resolve o problema
Apesar de garantir previamente a triagem dos serviços de modo a prever as vagas em leitos e nos Caps ou comunidades terapêuticas, o projeto de Miriam Marroni irá depender da execução por parte dos municípios para a rede funcionar de forma articulada. A gestão da Secretaria Estadual de Saúde ficaria restrita ao repasse de recursos para cumprimento do programa, que só será acessado pelas famílias que souberem e buscarem o serviço.
De acordo com a coordenadora do Departamento Estadual de Saúde Mental, Károl Veiga Cabral, o investimento do governo gaúcho está sendo em prevenção de novos dependentes ou futuros doentes crônicos. “Estamos valorizando a atenção básica. Os postos de saúde são os equipamentos mais próximos das pessoas e presentes em todos os bairros. Lá deve acontecer a identificação das pessoas que são usuárias nestes locais, porque muitos usam e não estão mal a ponto de procurar a internação”, comenta.
O ponto de convergência entre a parlamentar e o serviço de Saúde Mental do estado é na necessidade de adequar o atendimento dos profissionais em saúde que é discriminatório quando se trata de drogadição. “O impacto do crack na nossa juventude demonstrou uma fragilidade no sistema estadual. Os dependentes são tratados como vagabundos, sem-vergonhas. Temos que mudar esta visão de que o paciente que tem que ter consciência de que ele precisa buscar tratamento. Temos que oferecer estrutura para que ele seja conduzido ao tratamento”, diz Miriam Marroni.
Os profissionais da saúde estão recebendo desde o ano passado, uma educação permanente. “Estamos mudando o acolhimento. Temos que acolher o dependente que entra no sistema independente de como ele chega aqui. A sociedade gaúcha nos paga para isso. Mas internação compulsória não resolve o problema. Não temos como manter pacientes internados pelo tempo necessário de tratamento. E, sendo assim, iremos depender ainda da vontade dele para querer se tratar ou vamos prender o indivíduo a fazer o que não quer?”, indaga.

Direção do Guarany de Camaquã apresenta comissão técnica e plantel de jogadores para a temporada 2012



Nesta terça-feira (03/01), a direção do Guarany Futebol Clube na pessoa do presidente, Luiz Gustavo Ferrão, apresentou o grupo de jogadores e comissão técnica que irão defender o bugre camaquense na temporada 2012. 

O técnico, Fabiano Daitx, disse que a meta principal é subir para a 1ª divisão do futebol gaúcho e que para isto, duas coisas que não faltarão, é empenho e comprometimento por parte do grupo, contando também com o apoio da torcida, que em Camaquã é muito calorosa.  

Através dos trabalhos do preparador físico, Jorge Nogueira, a equipe inicialmente irá passar por uma avaliação física, mas já existe a projeção de um jogo-treino com um combinado local, para os próximos dias, podendo ocorrer no dia 14 de janeiro.

A apresentação dos novos contratados; Geosmar Benha, Carlinhos, Kairo, Tiago Silva, Fabinho Natal e Waldir Baiano, que estão vindo de longe, está marcada para a próxima terça-feira (10/01). 

A estreia do Guarany de Camaquã na Série A2 do futebol gaúcho será em um sábado (03/03), às 20h30min, em Santana do Livramento, contra a equipe do 14 de Julho.

Veja os remanescentes de 2011 (14 jogadores):

Goleiro: Jean Alves;
Lateral esquerdo: Lucas Rei;
Zagueiros: Gustavo, Claiton, Alan Delon e Douglas Alemão;
Volantes: Ricardo, Júlio e Índio;
Meias: Júnior, Altieri e Ivan Lima;
Atacantes: Esquerdinha e Dudu Lence.

Garotos de Camaquã que estão em fase de teste no grupo principal:

Max Maron e Dieguinho.

Novos contratados (09 jogadores):

Goleiro: Geosmar Benha;
Zagueiro: Éder Paulista;
Lateral direito: Alex Pereira;
Lateral esquerdo: Carlinhos;
Volante: Kairo;
Meia: Tiago Silva e Kleiton;
Atacantes: Fabinho Natal e Waldir Baiano (Tanque).
 
 
O uso das fotos produzidas pelo Blog do Juares é livre. De acordo com a legislação em vigor, é obrigatório registrar o crédito da foto. Juares da Luz / Blog do Juares.

ESTIAGEM: 33 MUNICÍPIOS DO RS EM SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA

Além dos municípios que já tinham decretado situação de emergência, mais 11 municípios (Arroio do Tigre, Boa Vista das Missões, Cristal do Sul, Doutor Ricardo, Jaboticaba, Nova Palma, Pinhal, Pouso Novo, Seberi, Segredo e São José do Herval) enviaram à Defesa Civil decretos de situação de emergência em função da estiagem que afeta 232.173 pessoas em território gaúcho.

Com esses novos municípios que decretaram situação de emergência, chega a 38 o total de cidades gaúchas afetadas pela estiagem. 

Já o número de municípios que já emitiram Notificação Preliminar de Desastre (Nopred) também aumentou, para 21. Entraram para a relação Anta Gorda, Boa Vista do Buricá, Cachoeira do Sul, Campos Borges, Capão do Cipó, Humaitá, Novo Cabrais, Redentora, Restinga Seca e São Valério do Sul. 

Em casos de estiagem, após a homologação da situação de emergência, a Defesa Civil envia cestas básicas, caixas d'água, caminhão pipa, filtros e até grãos para alimentar gado, dependendo das necessidades dos municípios.

Já decretaram emergência:

- Arroio do Meio
- Arroio do Tigre
- Barra Funda
- Boa Vista das Missões
- Cerro Branco
- Chiapeta
- Constantina
- Coronel Bicaco
- Crissiumal
- Cristal do Sul
- Cruzeiro do Sul
- Doutor Ricardo
- Engenho Velho
- Fontoura Xavier
- Fortaleza dos Valos
- Frederico Westphalen
- Ibirubá
- Ilópolis
- Jaboticaba
- Joia
- Lagoão
- Liberato Salzano
- Nova Palma
- Novo Xingu
- Palmeira das Missões
- Passo do Sobrado
- Pinhal
- Pinhal Grande
- Pouso Novo
- Putinga
- Rodeio Bonito
- Santa Cruz do Sul
- São José do Herval
- São José das Missões
- São Pedro das Missões
- Seberi
- Segredo
- Vila Maria

Emitiram NoPred:

- Anta Gorda
- Barros Cassal
- Boa Vista do Buricá
- Cachoeira do Sul
- Campos Borges
- Capão do Cipó
- Herveiras
- Humaitá
- Lagoa dos Três Cantos
- Novo Cabrais
- Novo Tiradentes
- Pontão
- Progresso
- Redentora
- Restinga Seca
- Rondinha
- São Paulo das Missões
- São Valério do Sul
- São Valentim do Sul
- Serafina Corrêa
- Tapera 
 
Fonte: Portal de Camaquã

3 de janeiro de 2012

Economia: 2011 foi es-pe-ta-cu-lar !

Bom desempenho das exportações garantiu elevação do saldo comercial brasileiro em 2011, chegando a US$ 29,7 bilhões em 2011

O bom desempenho das exportações favoreceu a ampliação do saldo comercial brasileiro no ano passado, totalizando US$ 29,7 bilhões, o que representa importante avanço em relação aos US$ 20,1 bilhões verificados em 2010, segundo dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento e Comércio Exterior (MDIC), considerando o acumulado entre janeiro e dezembro de 2011. Assim, as vendas externas chegaram a US$ 256,04 bilhões, mostrando expansão de 26,8% em relação a 2010 e foram impulsionadas principalmente pelos produtos básicos, dentre eles minério de ferro e petróleo, favorecidos pelo aumento de preços internacionais. As importações, por sua vez, somaram US$ 226,25 bilhões no ano passado, ante US$ 181,8 bilhões em 2010, representando crescimento de 24,5% nesta base de comparação. Além disso, vale citar que a China se consolidou com o principal destino das exportações do Brasil, com US$ 44,3 bilhões, seguida dos Estados Unidos (US$ 25,9 bilhões), da Argentina (US$ 22,7 bilhões), dos Países Baixos (US$ 13,6 bilhões) e do Japão (US$ 9,5 bilhões). Já do lado das importações, os destaques ficaram com: Estados Unidos (US$ 34,2 bilhões), China (US$ 32,8 bilhões), Argentina (US$ 16,9 bilhões), Alemanha (US$ 15,2 bilhões) e Coréia do Sul (US$ 10,1 bilhões). Especificamente em dezembro, o resultado da balança comercial surpreendeu positivamente ao somar US$ 3,8 bilhões, ante nossa expectativa de US$ 2,0 bilhões, e decorreu tanto de exportações mais fortes quanto de importações mais fracas do que esperado, ajudando no resultado anual. Neste último mês do ano passado, as vendas externas atingiram US$ 22,1 bilhões, puxadas principalmente por minério de ferro e petróleo na última semana; com isso, destacamos a categoria de produtos básicos, que cresceram 13,9% em relação a dezembro de 2010, seguida por manufaturados (+9,4%) e semimanufaturados (+7,2%). Já as compras externas totalizaram 18,3 bilhões, com destaque para a importação de combustíveis e lubrificantes (+78,3%) e bens de consumo (+21,9%). Para 2012, esperamos um saldo menor de US$ 18,4 bilhões, explicado por exportações mais fracas do que no ano passado, considerando nossa expectativa de arrefecimento moderado dos preços de commodities ao longo do ano.

Atividade

- Fenabrave: vendas de automóveis e comerciais leves foram recordes em 2011, mas seguiram mais fracas nos últimos meses do ano

As vendas de automóveis e comerciais leves totalizaram 329.237 unidades em dezembro, de acordo com os dados preliminares disponibilizados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Na comparação interanual, os emplacamentos destas categorias de veículos apresentaram queda de 8,9% e certa estabilidade ante novembro, ainda sugerindo uma lenta recuperação do consumo no último trimestre do ano passado. Apesar disso, no acumulado do ano, as vendas de automóveis e comerciais leves totalizaram 3,426 milhões de unidades, o que representou um recorde anual, ficando 2,9% acima do verificado em 2010. Vale pontuar que um maior detalhamento dos dados referentes a dezembro será divulgado na próxima quarta-feirapela Fenabrave.

- Forte reajuste do salário mínimo, que já começa a valer em janeiro, ajudará a impulsionar o consumo neste primeiro trimestre de 2012

O salário mínimo foi reajustado para R$ 622 para este ano, de acordo com decreto presidencial publicado na última semana do ano passado, e já está valendo a partir deste mês. O reajuste foi de 14,13% em termos nominais, frente a R$ 545 válidos para o ano passado. Essa variação corresponde ao crescimento do PIB em 2010, de 7,5% em termos reais, mais a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 2011 – neste caso, estimado em 6,20% – conforme a regra válida até 2015. Acreditamos que o forte reajuste do salário mínimo deverá ter um impacto positivo sobre a massa salarial, e consequentemente sobre o consumo das famílias no primeiro trimestre do ano, reforçando a trajetória esperada de reaceleração da economia em 2012. Parte deste impulso se dará pelas transferências governamentais, atreladas ao salário mínimo, como benefícios previdenciários, assistência social e abono e seguro desemprego. Naturalmente, também esperamos um impacto sobre as contas públicas, já que, juntos, esses novos gastos representam R$ 23 bilhões a mais de despesas ao governo central no ano.

Setor Externo

- Reservas internacionais somaram US$ 63,4 bilhões em 2011

Por mais um ano, as reservas internacionais avançaram em 2011, chegando a US$ 352 bilhões, o que representa expansão de 22% em relação a 2010, quando estavam em US$ 288,6 bilhões, conforme divulgado ontem pelo Banco Central.

Fonte: http://www.conversaafiada.com.br

Explorando os limites de uma esquerda reformada

                                                                                  Por Tarso Genro (*)

A esquerda, agora, precisa derrotar a direita – além das derrotas eleitorais que já lhe infringiu – no terreno das ideias. Isso significa salvar a democracia, dar efetividade às promessas de justiça e igualdade, que estão no âmago das constituições modernas. No atual período histórico, a democracia política, que era a cortesã escondida do socialismo, passa ser sua única companheira. Democracia e socialismo estão fundidos no programa de direitos e nas oportunidades de luta abertas firmemente pelas constituições democráticas.
Zygmunt Bauman, na primeira carta do seu livro recentemente publicado no Brasil, “44 cartas do mundo líquido moderno” (Zahar, 2011, 226 pgs.), faz duas perguntas e apresenta uma conclusão provisória: “Como filtrar as notícias que importam no meio de tanto lixo inútil e irrelevante? Como captar as mensagens significativas entre o alarido sem nexo? Na balbúrdia de opiniões e sugestões contraditórias, parece que nos falta uma máquina de debulhar para separar o joio do trigo na montanha de mentiras, ilusões, refugo e lixo.”
A pergunta de Bauman tem tudo a ver com a impotência das esquerdas, principalmente nos países capitalistas mais desenvolvidos, para dar respostas a uma crise que vinha sendo prevista por alguns economistas, há mais de dez anos. Vê-se que esta, depois de revelada, apresenta características diferentes, sociais e econômicas, das anteriores. Tanto daquelas do fim do Século XIX, na Europa e na Rússia, como daquelas que ensejaram a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, entremeadas pela crise aguda de 1929.

Programa Mais Peixe terá escavadeira hidráulica

Boeira e Carlos Erli
O Prefeito Clenio reuniu-se, quarta-feira (28), em Brasília, com Carlos Eli Gonçalves, assessor especial do Ministro da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio. Carlos Eli informou a liberação, pelo MPA, de uma escavadeira hidráulica para o Programa Mais Peixe, desenvolvido em Dom Feliciano. 

    O Mais Peixe beneficia 60 famílias. E já inicia a segunda fase com atendimento de mais 100, agora em parceria com o Governo do Estado. “Criação de peixes é uma atividade importante que ajuda na alimentação e gera renda", diz o prefeito. "Nosso município é rico em recursos hidrícos e, em cinco anos, queremos, no mínimo, um açude ou cisterna em cada propriedade”. 
 
Fonte: http://clenioprefeito.blogspot.com/

Senac Camaquã abre inscrições para cursos técnicos de informática e administração


Para quem busca uma maneira rápida de inserir-se no mercado de trabalho ou de recomeçar em outro setor, os cursos técnicos oferecidos pelo Senac são opções que unem qualidade de ensino e ótimas garantias de empregabilidade. Para 2012, O Senac Camaquã está com inscrições abertas para duas opções de cursos: Técnico em Informática e Técnico em Administração. As aulas iniciam no dia 27 de fevereiro e as inscrições podem ser feitas na Unidade, Rua Manoel da Silva Pacheco, 422. As aulas serão ministradas de segunda a sexta-feira, no turno da noite.
No curso Técnico em Informática, o aluno desenvolve competências relacionadas à montagem e manutenção de computadores, instalação e configuração de sistemas operacionais, desenvolvimento de softwares
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3671-0363 ou pelo site www.senacrs.com.br/camaqua.

Salário mínimo de R$ 622 acumula ganho real de 66% desde 2002, calcula Dieese

Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) calcula que desde 2002 o salário mínimo teve crescimento nominal de 211%, saltando de R$ 200 para os R$ 622 a partir de hoje. Descontada a inflação do período, o ganho real foi 65,96%.
O percentual de aumento real de 2012 (9,2%) é o segundo maior na última década, graças a Lei nº 12.382/2011 que prevê a restituição da perda da inflação no ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) apurado no penúltimo ano pelo IBGE. Nota técnica do Dieese estima que o novo mínimo é “o maior valor real da série das médias anuais desde 1984”. O departamento também calcula que com o novo mínimo será possível comprar 2,25 cestas básicas, a maior proporção desde 1979.
Segundo o Dieese, 48 milhões de pessoas têm rendimento referenciado pelo salário mínimo. O maior grupo está entre os beneficiários da Previdência Social (19,7 milhões de segurados); seguidos de empregados (12,8 milhões de trabalhadores); trabalhadores por conta própria (8,7 milhões de pessoas) e mais de cinco milhões de empregados domésticos. O reajuste deverá irrigar a economia com R$ 47 bilhões mensais e gerar R$ 22,9 bilhões de incremento na arrecadação tributária.
Cada real acrescido no salário mínimo tem impacto de R$ 257 milhões ao ano sobre a folha de benefícios da Previdência Social. O peso na massa de benefícios é 46% das contas da Previdência. Cerca de 68% do total de seus beneficiários terão o reajuste.
A legislação do salário mínimo estabelece que além do valor mensal, o governo estabeleça valores correspondentes ao pagamento diário e por hora relativos ao mínimo. Assim, o trabalhador receberá R$ 20,73 por dia trabalhado ou R$ 2,83 por hora.

Edição: Rivadavia Severo

Balança comercial teve superávit de US$ 29,8 bilhões em 2011

Luciene Cruz
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 29,79 bilhões em 2011. O resultado é o maior desde 2007, segundo dados divulgados hoje (2) pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior. O saldo foi 47,8% superior ao registrado em 2010.
De janeiro a dezembro do ano passado, as exportações somaram US$ 256 bilhões. O valor é 26,8% maior que o registrado no mesmo período de 2010. As importações no período foram recordes, somando US$ 226 bilhões, aumento 24,5% ante o mesmo período do ano anterior.
Nos 251 dias úteis do ano passado, as exportações ficaram em US$ 256,041 bilhões, com média diária de US$ 1,02 bilhão. As importações totalizaram US$ 226,251 bilhões, com média por dia útil de US$ 901,4 milhões.
No mês de dezembro, as vendas externas alcançaram US$ 22,129 bilhões, valor recorde para os meses de dezembro. O mesmo ocorreu com as importações que totalizaram US$ 18,312 bilhões. Mesmo com os números positivos para os meses analisados, houve recuo de 7,6% e 21,4%, respectivamente, frente os resultados analisados em novembro.
Segundo a secretaria de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, o decréscimo é atribuído ao momento econômico de incertezas em relação à crise econômica. “Foi um mês importante para exportações e importações, e para o comércio exterior brasileiro. Destacamos queda no ritmo de exportações quando comparado a novembro é reflexo do cenário internacional”.

Edição: Rivadavia Severo

Violência, corrupção e saúde são os principais problemas, aponta IPEA



Segundo revelou uma pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a violência, as falhas no sistema de saúde e a corrupção, são os três maiores problemas do país atualmente. Cerca de 3,7 mil pessoas foram entrevistadas. A segurança foi apontada por 23% das pessoas ouvidas como o maior problema. Depois veio a saúde, com 22,3%, e a corrupção, 13,7%. Na lista aparecem ainda o desemprego (12,4%), a educação (8%), a pobreza (6,1%) e as desigualdades (5,8%).
Mas a percepção da população sobre quais são os problemas mais graves do país variam muito de acordo com a idade, renda e região. Os sulistas são os mais preocupados com a corrupção. No Norte e no Nordeste, a violência é apontada como o problema mais grave. No Sudeste e no Centro-Oeste, a saúde aparece no topo da lista dos maiores problemas.
Também há diferenças na opinião de ricos e pobres sobre quais são as questões mais urgentes. Nas famílias com renda per capita mensal até um quarto de um salário mínimo, 23,7% avaliam que o acesso à saúde é o problema mais grave, seguido pela violência (22,6%) e o desemprego (18,4%).
Já entre as pessoas cuja renda familiar per capita é superior a cinco salários mínimos, 27,8% concordam que o problema mais grave é a corrupção, 26% acham que é a saúde e 17,7% acreditam que é a violência. Apenas 1,7% dos mais ricos acham que a falta de emprego é um problema importante no Brasil.
No grupo com renda mais alta, 16,8% acham que a educação é um problema importante, enquanto entre os mais pobres apenas 5,9% concordam com a assertiva. A diferença é que o primeiro grupo tende a analisar a questão da educação pelo ponto de vista do acesso, enquanto o outro considera de forma mais crítica o fator da qualidade.
O professor Gustavo Venturi, do departamento de sociologia da Universidade de São Paulo (USP), explica que cada grupo tende a avaliar a situação a partir de sua própria realidade, e existe uma diferença de “agenda” entre as camadas da população. “A vida das pessoas mudou em termos objetivos nos últimos anos. Nós tivemos milhões de pessoas que ascenderam socialmente e essa mudança na condição de vida delas soa muito mais alto do que qualquer discussão mais subjetiva, como a da corrupção. As camadas de maior renda, precisando menos de um Estado forte e atuante, vão ser mais sensíveis a essa discussão”, avalia o sociólogo.
“As camadas populares antes não tinham acesso à educação, por isso tem um grau de exigência menor. São pais que não tiveram acesso à escola e agora veem que o ensino superior está no horizonte dos seus filhos. Por outro lado, a conclusão dos estudos em diferentes níveis não é suficiente para garantir colocação no mercado diante de uma economia aquecida. A discussão da qualidade da educação sensibiliza mais as camadas mais altas”, aponta Venturi.
De acordo com o estudo do Ipea, a população mais jovem é a que mais se preocupa com a questão do desemprego, da educação e das desigualdades sociais. Já para os adultos, o maior problema é a saúde. Os idosos são aqueles que mais se importam com a violência e a corrupção.

Os problemas se repetem

Gustavo Venturi chama atenção para o fato da lista das prioridades nacionais se reciclarem periodicamente. “Se nós voltarmos às eleições de 2002, por exemplo, o desemprego era o tema principal das campanhas presidenciais e disputava com a segurança. Hoje, há uma mudança em função do aquecimento da economia e da formalização do emprego que coloca o problema mais para trás na fila”, disse.

Com informações da Agência Brasil

É dado um grande passo no futsal em Camaquã

Diante de alguns membros e imprensa local cria-se em Camaquã a Ascafut (Associação Camaquënse de Futsal)

Na segunda-feira (02/01), às 20h, no Ginásio Municipal de Esportes, em Camaquã/RS, em assembleia presidida por Marcelo Kaufmann Rosa criou-se a Ascafut (Associação Camaqüense de Futsal).

Reuniu na assembleia o secretário de Desporto e Juventude, Gelson Gouvêa, o empresário, Rogério Barbosa, imprensa local e algumas pessoas que farão parte da associação, onde foi lido o estatuto da entidade e suas reais intenções, que é promover e desenvolver o esporte em Camaquã e região. O primeiro presidente da Ascafut será Marcelo Kaufmann Rosa com mandato de dois anos, podendo concorrer mais uma vez a reeleição no mesmo cargo.

Foto: Juares da Luz


O primeiro passo da Ascafut é montar uma equipe sub-20, que já tem alguns nomes, com atletas de Camaquã e municípios da região, nas categorias masculina e feminina, participando inicialmente em campeonatos regionais almejando o campeonato estadual, ingressando na 2ª divisão do futsal gaúcho. 
 
Fonte: Blog do Juares

2 de janeiro de 2012

SERVIDOR PÚBLICO PODE TRANSFERIR CONTA-SALÁRIO PARA BANCO DE SUA PREFERÊNCIA

A partir de hoje, os servidores públicos que recebem pagamento em conta-salário poderão pedir a transferência automática do dinheiro para o banco de sua preferência.

Os servidores públicos foram os últimos a ter acesso ao benefício, uma vez que os da iniciativa privada têm esse direito desde 2009.

De acordo com as regras estabelecidas pelo governo, para transferir o salário para outra conta diferente da aberta pelo empregador, é preciso que a indicação seja feita por escrito à instituição financeira.

O banco é obrigado a aceitar a ordem no prazo de até cinco dias úteis e os recursos devem ser transferidos para o banco escolhido pelo empregado no mesmo dia do crédito do salário, até às 12 horas.

A conta-salário é diferente da conta-corrente por ser destinada ao pagamento de salários, aposentadorias e pensões e por se tratar de um contrato firmado entre a instituição financeira e a empresa empregadora e não entre o banco e o empregado. Ale´m disso, o cliente não tem direito a talão de cheques e não pode receber outros depósitos além do salário. 

A instituição que processa o maior número de folhas de pagamento de servidores públicos no país é o Banco do Brasil.
 
Fonte: Portal de Camaquã

Crescimento econômico do Brasil deve continuar nos próximos anos, diz Mantega

Segundo o ministro, os países que mais vão crescer são os emergentes como Brasil, China, Índia e Rússia.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o Brasil tende a consolidar a posição de sexta maior economia do mundo, mas que o País deve demorar entre 10 e 20 anos para que seus cidadãos tenham um padrão de vida europeu, e que precisa investir mais nas áreas social e econômica. Mantega deu a declaração ao comentar o estudo do Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios (cuja sigla em inglês é CEBR), publicado nesta segunda-feira (26) na imprensa do Reino Unido que mostra que os britânicos foram superados pelo Brasil, que assumiu a sexta posição.
Segundo o ministro, os países que mais vão crescer são os emergentes como Brasil, China, Índia e Rússia. Dessa maneira, essa posição vai ser consolidada e a tendência é de que o Brasil se mantenha entre as maiores economias do mundo nos próximos anos. À frente do Brasil estão Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França. De acordo com Mantega, o Brasil poderá chegar em 2015, a ser a quinta economia do mundo, caso a economia do País continue crescendo. “Podemos aumentar a nossa média de crescimento e crescer mais do que 4%, em média, nos próximos anos”, disse o ministro.
Para Mantega, apesar de ser agora a sexta maior economia do mundo, o Brasil ainda não pode ser considerado um País avançado. “Temos que melhorar o padrão de vida da população ainda mais. Melhorar a saúde, a educação, dar mais possibilidade para que todos possam adquirir a casa própria. Ainda temos muitos desafios pela frente para chegarmos ao padrão europeu”. O ministro disse ainda que o Brasil tem boas relações comerciais com outros países, principalmente da Ásia, e que os investimentos diretos devem atingir US$ 65 bilhões até o fim de 2011.

País termina ano com emprego em alta apesar da crise externa


De janeiro a novembro, foram criados 2,32 milhões de empregos (saldo positivo entre admissões e dispensas) segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) ante 2,54 milhões no mesmo período do ano passado.


O Brasil fecha 2011 com o patamar de desemprego mais baixo em pelo menos uma década. O cenário é literalmente o inverso do verificado, por exemplo, na França, onde a desocupação é a mais grave em 12 anos. Mas o ritmo de criação de empregos no país poderia ter sido maior ainda. Efeitos indiretos da crise econômica que atinge países desenvolvidos como os Estados Unidos e nações europeias prejudicaram a meta de abertura de postos de trabalho no ano. A indústria foi um dos setores mais prejudicados.
O diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lucio, afirma que a estimativa inicial do governo de 3 milhões de empregos criados no ano exagerava no otimismo. A expectativa foi revista no início do segundo semestre para 2,7 milhões. Em 2010, foram 2,86 milhões com carteira assinada, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego.
A crise nos países ricos fez nações asiáticas como a China voltarem-se a mercados mais aquecidos, como o Brasil. “Temos dificuldades de concorrer com o produto (industrial) chinês”, avalia Ganz Lucio. Setores como o automotivo, especialmente de autopeças, e o de vestuário foram especialmente prejudicados na abertura de postos de trabalho por causa dessa investida.
De janeiro a novembro, foram criados 2,32 milhões de empregos (saldo positivo entre admissões e dispensas) segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) ante 2,54 milhões no mesmo período do ano passado. Na indústria de transformação, de janeiro a novembro, foram 357.715 novos empregos e, no mesmo período do ano passado, as novas vagas do setor somaram 638.006. Novembro de 2010 foi atípico, porque ocorreram menos dispensas do que comumente se verifica no período, quando começam desligamentos de trabalhadores temporários no setor.
“O que precisamos fazer é proteger nossa economia e investir em tecnologia para ganharmos produtividade para concorrer com esses produtos”, avalia o diretor do Dieese. No que diz respeito aos incentivos, o governo federal promoveu, em agosto deste ano, aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos com menos de 65% do valor de produção realizados no país. Outros setores receberam desonerações pontuais, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que o setor têxtil deve ter novas medidas de proteção em 2012.
Ganz Lucio avisa, porém, que as ações são importantes mas podem não bastar. “Essas medidas são necessárias, mas é preciso outras, para incentivar as empresas a produzir nacionalmente e é evidente que o impacto disso é a retomada dos empregos.”
A perspectiva é de que as economias europeias e norte-americana permaneçam em recesão nos próximos anos. Isso quer dizer que haverá menos mercados absorvendo produtos exportados por nações como o Brasil, ao mesmo tempo em que o consumo nacional, de famílias e do governo, continuará a atrair a atenção e os esforços da China e de outros polos industriais.
Isso reforça a importância de o Brasil zelar por seu mercado interno, garantindo bons patamares de emprego. “Preservar os empregos também deve ser um objetivo da nossa política”, avisa o economista.
Em 2011, o país teve bons resultados. A taxa de desocupação calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atingiu em novembro o menor nível da série histórica, iniciada em março de 2002, e chegou a 5,2%. Segundo o pesquisa mensal em sete regiões metropolitanas da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), de São Paulo, e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o desemprego ficou em 9,7% em novembro. Foi a primeira vez em que a taxa ficou abaixo de dois dígitos desde janeiro de 1998, quando a pesquisa começou a ser feita.

Atenção estudantes: inscrições para bolsas de estudo no exterior até dia 15 de janeiro

Para todos: “Queremos mandar os jovens da elite intelectual, sejam pobres ou ricos”, afirma Fernando Haddad


Estudantes brasileiros interessados em cursar o ensino superior em instituições de excelência estrangeiras têm até 15 de janeiro de 2012 para se candidatar às chamadas públicas do Programa Ciência sem Fronteiras. Os editais lançados pela presidenta Dilma Rousseff, somam 13 mil bolsas de estudo para os Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Itália e França.
A previsão do MEC é que, a partir de março de 2012, os estudantes selecionados estejam nos países para os quais se candidataram. Durante os seis primeiros meses, eles terão a possibilidade de frequentar cursos de idiomas no país de destino. “Um dos índices que vamos monitorar e acompanhar é se esse programa está atingindo todas as classes sociais”, destacou o ministro da Educação, Fernando Haddad. “Queremos mandar os jovens da elite intelectual, sejam pobres ou ricos”.
O decreto assinado pela presidenta na solenidade do Palácio do Planalto regulamenta o programa, que concederá bolsas de estudos nas modalidades graduação-sanduíche, educação profissional e tecnológica e pós-graduação (doutorado-sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado).
O Ciência sem Fronteiras é uma iniciativa do governo federal que prevê a concessão de até 75 mil bolsas de estudo no exterior em quatro anos. O programa é fruto de esforço do MEC em conjunto com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio de suas instituições de fomento (Capes e CNPq).  Somadas as bolsas oferecidas pela iniciativa privada, o número de vagas para os estudantes brasileiros estudarem fora do país poderá ultrapassar 100 mil.
O primeiro edital do Programa Ciência sem Fronteiras, de 2011, selecionou candidatos para cursos de graduação em universidades norte-americanas. A chamada pública, coordenada pela Capes, recebeu 7.007 inscrições. Um total de 1,5 mil candidatos foi selecionado e os primeiros 841 embarcam em janeiro de 2012. Os demais seguirão em julho do próximo ano.
Em fevereiro de 2012, será lançado novo edital com vagas em instituições de outros países em que os processos de negociação já se encontram avançados, entre os quais Holanda, Bélgica, Espanha, Portugal, Austrália, Canadá, Suécia, Coréia, China, Índia e Japão.

(MEC)

José Graziano assume o cargo de diretor-geral da FAO

O ex-ministro de Segurança Alimentar e Combate à Fome e economista José Graziano, de 62 anos, assume amanhã (1º) o cargo de diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). Ele ficará no cargo até julho de 2015. Pela frente, Graziano tem o desafio de convencer os líderes da comunidade internacional a assumir a erradicação da fome como meta política.
Nos últimos cinco anos, Graziano atua na FAO como representante da agência na América Latina e no Caribe. Em 26 de junho do ano passado, ele foi eleito o novo diretor-geral da FAO com 180 votos contra 92. Na disputa, estava o ex-ministro de Relações Exteriores da Espanha Miguel Ángel Moratinos.
Como diretor-geral da FAO, Graziano tem pela frente vários desafios, um deles é enfrentar o fato de cerca de 500 milhões de pessoas serem apontadas como famintas no mundo. O novo diretor terá ainda de lidar com a tendência de alta dos preços dos alimentos, na próxima década, no momento em que a situação se agrava na região denominada Chifre da África, que fica ao Nordeste do continente africano.
Para erradicação da fome e da pobreza no mundo, Graziano defende parcerias por meio de programas que já produzem resultados positivos em diferentes países e que, para ele, devem ser usados como meios para atenuar tensões e conflitos. Segundo ele, os confrontos podem ser resolvidos por meio da geração de oportunidades.
Graziano foi titular do Ministério da Segurança Alimentar no início da gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, e responsável pela implantação do Programa Fome Zero. Ele é formado em agronomia e com pós-doutorado em estudos latino-americanos pela Universidade da Califórnia e há pelo menos três décadas dedica-se aos estudos de questões relacionadas ao desenvolvimento rural e à luta contra a fome.

Com informações da Agência Brasil

Novo salário mínimo entra em vigor com ganho real de 66%

Entra em vigor a partir de hoje (1º) o reajuste do salário mínimo, que passa de R$ 545 para R$ 622, um aumento de R$ 77. O novo salário mínimo corresponderá a R$ 20,73 por dia e o valor pago pela hora de trabalho será de R$ 2,83.
De acordo com cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o aumento de 14,13% vai injetar R$ 47 bilhões na economia brasileira. Descontada a inflação estimada para 2011, o aumento real do salário mínimo deve ser de 9,2%.
Ainda segundo o Dieese, 48 milhões de pessoas têm sua renda vinculada ao valor do salário mínimo e, portanto, serão diretamente beneficiadas com o aumento. O governo também passará a arrecadar R$ 22,9 bilhões a mais devido ao aumento do consumo causado pelo reajuste.
O novo salário mínimo de R$ 622 terá impacto de R$ 23,9 bilhões nas contas públicas em 2012. De acordo com governo, a maior parte desse montante corresponde aos benefícios da Previdência Social no valor de um salário mínimo que serão responsáveis pelo aumento de R$ 15,3 bilhões nas despesas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O método de reajuste do salário mínimo foi definido por meio de medida provisória aprovada pelo Congresso. A lei que fixa a política de reajuste do salário mínimo estabelece que o valor será reajustado, até 2015, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.
Também começa a valer hoje o reajuste de 14,12% no valor do benefício do seguro-desemprego. Com isso, o valor máximo pago ao trabalhador passa de R$ 1.010,34 para R$ 1.163,76. O percentual de reajuste está em resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador publicada no dia (30) no Diário Oficial da União.
O benefício é pago em, no máximo, cinco parcelas de forma contínua ou alternada. Quem, nos últimos três anos, trabalhou entre seis meses e 11 meses recebe três parcelas. Aqueles que trabalharam entre 12 meses e 23 meses recebem quatro parcelas e quem comprovar vínculo empregatício de, no mínimo, 24 meses, recebe cinco parcelas.
Tem direito ao seguro-desemprego o trabalhador dispensado sem justa causa, que tenha recebido salários consecutivos no período de seis meses anteriores à data de demissão e tenha sido empregado de pessoa jurídica por pelo menos seis meses nos últimos 36 meses.
O trabalhador tem do sétimo dia ao 120º dia após a data da demissão do emprego para requerer o benefício.

Salário mínimo de R$ 622 acumula ganho real de 66% desde 2002, calcula Dieese

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) calcula que desde 2002 o salário mínimo teve crescimento nominal de 211%, saltando de R$ 200 para os R$ 622 a partir de hoje. Descontada a inflação do período, o ganho real foi 65,96%.
O percentual de aumento real de 2012 (9,2%) é o segundo maior na última década, graças a Lei nº 12.382/2011 que prevê a restituição da perda da inflação no ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) apurado no penúltimo ano pelo IBGE. Nota técnica do Dieese estima que o novo mínimo é “o maior valor real da série das médias anuais desde 1984”. O departamento também calcula que com o novo mínimo será possível comprar 2,25 cestas básicas, a maior proporção desde 1979.
Segundo o Dieese, 48 milhões de pessoas têm rendimento referenciado pelo salário mínimo. O maior grupo está entre os beneficiários da Previdência Social (19,7 milhões de segurados); seguidos de empregados (12,8 milhões de trabalhadores); trabalhadores por conta própria (8,7 milhões de pessoas) e mais de cinco milhões de empregados domésticos. O reajuste deverá irrigar a economia com R$ 47 bilhões mensais e gerar R$ 22,9 bilhões de incremento na arrecadação tributária.
Cada real acrescido no salário mínimo tem impacto de R$ 257 milhões ao ano sobre a folha de benefícios da Previdência Social. O peso na massa de benefícios é 46% das contas da Previdência. Cerca de 68% do total de seus beneficiários terão o reajuste.
A legislação do salário mínimo estabelece que além do valor mensal, o governo estabeleça valores correspondentes ao pagamento diário e por hora relativos ao mínimo. Assim, o trabalhador receberá R$ 20,73 por dia trabalhado ou R$ 2,83 por hora.

Com informações da Agência Brasil

RS 350 já com gostinho de asfalto em Arambaré

Camada de asfalto
A RS 350 que liga a BR 116 (Camaquã) ao município de Arambaré, no domingo (01/01) de tarde, devido as fortes chuvas que caíram no final de semana em Arambaré, onde alagaram a cidade, estava com trechos de difícil acesso (muito barro) e outros trechos esburacados, mas os motoristas já estão tendo o gostinho do asfalto, onde nos 04 km de chegada a cidade de Arambaré, a rodovia já recebeu uma camada de asfalto.  
 
Fonte e Fotos: Blog do Juares
Rodovia em obras (brita na pista)