29 de dezembro de 2011

PROJETO ABRAÇANDO A BIBLIOTECA ESCOLAR RECEBE PRÊMIO NACIONAL

No dia 19 de dezembro, no auditório Dante Barone, da Assembléia Legislativa do Estado, o Conselho Regional de Biblioteconomia (CBR-10), promoveu o IV Fórum Nacional de Bibliotecas Escolares. 

Durante o evento foram entregues as premiações aos profissionais, personalidades e organizações que se destacaram nas Bibliotecas e na Biblioteconomia do nosso Estado em 2011 e o Projeto Abraçando a Biblioteca Escolar da Secretaria Municipal de Educação de Camaquã, foi um dos premiados.

Neste dia também foi lançado o livro: Biblioteca Escolar: Presente!. As atividades de leitura realizadas nas escolas municipais de Camaquã pelas responsáveis das bibliotecas são citadas e registradas no livro. As atividades do projeto também foi destaque na revista do Instituto Goeth com circulação internacional.

O Fórum veio à cidade para conhecer o projeto “Abraçando a Biblioteca Escolar”, que integra toda a rede municipal de ensino e tem na coordenação a professora Roberta Flores Pedroso.

“Abraçando a Biblioteca Escolar” envolve toda a comunidade local em ações educativas e culturais com foco no fortalecimento das bibliotecas das escolas municipais, visando um aprendizado efetivo através da promoção da leitura e da expressão para todos os estudantes. A Secretaria de Educação está empenhada com a implantação de bibliotecas escolares urbanas e rurais com atendimento e acervo qualitativo.

Em Camaquã, o diferencial são as educadoras que estão à frente da promoção das bibliotecas e da leitura. Também é evidente a cooperação entre professores, bibliotecários, técnicos, auxiliares, escritores, gestores, livreiros e leitores e isto é um dos fatores de sucesso dos projetos de leitura e das bibliotecas.

Garota Verão 2012 - Etapa Camaquã

Diante de um excelente público Camaquã já conhece suas representantes nas eliminatórias da região de cobertura RBS Tv/Pelotas
Na noite de quarta-feira (28/12), diante de um excelente público foi realizado na Praça Zeca Netto, em Camaquã/RS, o Garota Verão 2012 - Etapa Camaquã.

O concurso contou com quatorze garotas entre 14 e 18 anos desfilando na passarela sob os aplausos do público e de algumas torcidas organizadas e dos olhares atentos da comissão julgadora que foi formada por Fabiano de Carvalho, Daniel Lucas Sperb (gerente do SESC Camaquã), Maria da Graça e Flávia Barbosa, representando a RBS Tv/Pelotas e pelo gerente da loja CR die Mentz de Camaquã, Rodrigo Corrêa Trapp.

 
As 14 garotas que desfilaram coletiva e individualmente foram divididas em duas categorias, uma representava a Prainha e a outra representava Camaquã.

Após o deslife, enquanto os jurados aplicavam suas notas, teve a apresentação do grupo de pagode É o Jeito e algumas brincadeiras dos organizadores do evento.

Vencedora Garota Verão Prainha 2012
Victória de Souza Renner, 17 anos, 1.68 m, manequim 38, foi a vencedora do concurso Garota Verão 2012 – Etapa Camaquã para representar a Prainha, a qual recebeu do prefeito de Camaquã, Ernesto Molon um cheque no valor de R$ 300,00 e de Luana Silveira (Garota Verão Prainha 2011) a faixa de Garota Verão 2012. O bouquet de flores foi entregue pela assessora de imprensa da Prefeitura de Camaquã, Jossana Fehlberg.

Karine Crusciel, 18 anos, 1.70 m, manequim 38, foi a vencedora do concurso para representar Camaquã, recebendo também do prefeito um cheque no valor de R$ 300,00 e de Natália Durval pagani (Garota Verão Camaquã 2011) a faixa de Garota Verão 2012. O bouquet de flores foi entregue pelo secretário de Desporto e Juventude, Gelson Gouvêa.

Vencedora Garota Verão Camaquã 2012
As vencedoras estão classificadas para participarem das eliminatórias da região de cobertura RBS Tv/Pelotas, que acontecerão no dia 19 de fevereiro de 2012. 

A segurança interna ficou por conta da Segurança Garra e a Brigada Militar realizou policiamento ostensivo na parte externa, não sendo registrada nenhuma ocorrência.

Luana Silveira e Natália Durval Pagani

Fonte e Fotos: Blog do Juares

28 de dezembro de 2011

MDA investe R$ 11 milhões em diversificação da cultura do tabaco por agricultores familiares

Até o fim deste mês, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) concluirá a contratação de 13 entidades que vão receber R$ 11 milhões para prestarem Assistência Técnica e Serviços de Extensão Rural (Ater) a dez mil famílias de agricultores familiares que plantam tabaco e desejam diversificar suas culturas. Os contratos com essas entidades são resultado de uma chamada pública do ministério, realizada em setembro, para atender a agricultores familiares fumicultores nos sete maiores estados produtores de fumo no País: Alagoas, Sergipe, Bahia e Paraíba, no Nordeste; Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, no Sul.


Esses dez mil atendimentos previstos para começar em 2012 e finalizar 12 meses depois vão elevar para 50 mil o número de famílias que recebem alguma ação do Programa Nacional de Diversificação em Áreas Cultivadas com Tabaco, do MDA, tais como capacitação, apoio técnico ou participação em pesquisa. A contratação das entidades integra uma das mais importantes iniciativas interministeriais do governo brasileiro para atender às diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS) para o controle do consumo do tabaco.


Comandado pelo MDA, o Programa Nacional de Diversificação em Áreas Cultivadas com Tabaco concede aos agricultores familiares fumicultores acesso a financiamento e à tecnologia, agregação de valor à produção local e garantia de comercialização para produzir alimentos e culturas alternativas ao tabaco, economicamente viáveis. O programa foi criado para atender ao objetivo de saúde pública da OMS de reduzir a oferta e o consumo de tabaco em todo o mundo.


Atualmente, há 65 projetos de diversificação à cultura do tabaco na agricultura familiar em andamento para criação de frango, peixe, gado leiteiro, frutas e hortaliças, dentre outras atividades nas quais o MDA investiu, nesses seis anos, R$ 26 milhões. Esses projetos atendem a 80 mil famílias de agricultores familiares com ações de pesquisa, capacitação e acompanhamento técnico.

Modelo em Dom Feliciano

O Programa Nacional de Diversificação em Áreas Cultivadas com Tabaco foi criado em 2005, quando o Brasil ratificou a Convenção-Quadro para o Controle de Tabaco (CQCT) – primeiro tratado internacional de saúde pública da história da humanidade que conta com a subscrição de 174 países membros da OMS –, e atende aos artigos 17 e 18 da convenção. A convenção orienta a implantação, pelos países signatários, de políticas públicas que apoiem o combate ao tabagismo, considerado pela OMS uma epidemia não transmissível e mundial.

Desde a sua criação, o MDA coordena o programa e oferece vários tipos de apoio a 187 mil famílias de agricultores familiares fumicultores que, segundo o Diagnóstico Socioeconômico da Propriedade Fumicultora Sul-Brasileira 2010/11, publicado pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), ocupam, em todo o País, 140 mil propriedades, das quais 80% têm até 20 hectares. Segundo a coordenação do programa no MDA, o Programa Nacional de Diversificação em Áreas de Cultivo de Tabaco proporciona capacitação para o cultivo orgânico de frutas, legumes, verduras e criação de gado leiteiro para parte dos 2,3 milhões de hectares do território nacional - conforme Diagnóstico da Afubra -, ocupados com cultivo de tabaco.

Um exemplo de ação bem sucedida do programa é o projeto de pesquisa e desenvolvimento em curso no município de Dom Feliciano, no Rio Grande do Sul. Todo o município está integrado nas ações do programa que tem como um dos objetivos gerar referências para a diversificação da produção e renda, e integrar ações de saúde, meio ambiente, comercialização, Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), dentre outros aspectos.

O projeto de Dom Feliciano tornou-se uma espécie de referência. “O prefeito procurou o MDA para implantar o programa, e por isso a localidade foi denominada cidade-modelo. O município é um laboratório para testar as melhores práticas para implantação de diversos projetos de saúde, produção, comercialização e de acompanhamento técnico que integram o programa”, explica a Adriana Gregolin, coordenadora do programa. Nesse município-modelo, 5% das famílias produtoras de fumo são contempladas pelo programa e a expectativa é de que esse índice dobre em 2012.

Queda de consumo

PREGÃO PRESENCIAL DO PROJETO FORNECER RS



No dia 15 de fevereiro de 2012, quarta-feira, no Plenário da Câmara Municipal de Camaquã, será realizado um pregão presencial do Projeto Fornecer RS, para aquisição de pão e leite para o Presídio Estadual de Camaquã.



O Projeto Fornecer é um programa criado pela Secretaria da Administração e dos Recursos Humanos, através da Central de Compras - Cecom.



O Fornecer tem como base legal a Lei Estadual nº 13.706, de 6 de abril de 2011, que dispõe sobre a concessão de tratamento diferenciado e simplificado para as microempresas e empresas de pequeno porte nas licitações públicas, no âmbito da Administração Pública Estadual.



Os micro e pequenos empresários devem acessar o site do Cecom, e a partir das datas dos pregões, devem reunir os documentos necessários para poderem se habilitar.



Fonte: http://portalcamaqua.blogspot.com

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PEDE QUE INEP EXPLIQUE CRITÉRIO DE CORREÇÃO DO ENEM

O Ministério Público Federal no Ceará quer que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) explicite os critérios de correção das provas objetivas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), já que há muitos candidatos questionando as notas publicadas na semana passada.
 
O pedido para a divulgação dos critérios está em uma nova ação civil pública que o MPF deu entrada na segunda-feira, 26 de dezembro, na Justiça Federal. De acordo com o edital que rege o Enem, o cálculo das notas tem como base a Teoria da Resposta ao Item (TRI).
 
Para o procurador da República Oscar Costa Filho, autor da ação, a menção a uma metodologia de avaliação não dispensa a administração pública de explicitar o seu conteúdo, principalmente levando em consideração que as notas obtidas no Exame serão utilizadas no processo seletivo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para o preenchimento de vagas em instituições públicas de todo o país.
 
Na ação, o procurador cita o exemplo de um estudante que, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, acertou todas as questões das provas de Matemática e Ciências da Natureza e obteve pontuações diferentes. Os estudantes se queixam, por exemplo, de não saberem quais são as questões classificadas pelo Inep como fáceis e difíceis, sendo que essa classificação interfere diretamente na pontuação das provas objetivas.

Fonte da informação: Site Zero Hora

ÚLTIMAS OPORTUNIDADES DO SINE CAMAQUÃ

20 - Auxiliar de Linha de Produção (trabalhar em Nova Aracá)
1 - Açougueiro
1 - Acompanhantes de Idosos
1 - Auxiliar de Cozinha
2 - Babá
5 - Carpinteiro
1 - Caseiro
1 - Engenheiro Civil ou Arquiteto (iniciante)
2 - Empregada Doméstica
1 - Empregada Doméstica (trabalho temporário)
1 Eletricista
3 - Ferreiro
1 - Garçom
1 - Montador / Soldador Industrial (carteira de habilitação C)
1 - Motorista Entregador
1 - Operador de Implementos Agrícolas (pulverizador)
1 - Operador de Carga e Descarga
5 - Pedreiro
1 - Soldador
1 - Serraleiro
10 - Servente de Obra
1 - Tratorista
1 - Vendedor 
1 - Vendedor Externo 
2 - Zelador (trabalhar em Arroio do Sal)

OBS: Os currículos deverão ser entegues no setor de captação e devem contar com o nº do PIS OU Pasep ou enviar para o e-mail: camaqua@fgtas.rs.gov.br.

Endereço do Sine Camaquã - Av. Olavo Moraes, nº 969 - Telefone (51) 3671.1187 - 3671.1957

27 de dezembro de 2011

Dom Feliciano: R$ 180 mil mensais para manter Hospital

Clenio: "A emenda 29 reestabelece o pacto federativo e dá fôlego ao municípios"
 

A Prefeitura adquiriu e reformou o prédio do hospital, que pertencia às irmãs Bernardinas, adquiriu e consertou equipamentos e contabiliza R$ 180 mil mensais para mantê-lo de portas abertas. O prefeito Clênio Boeira salientou a importância dos governos federal e estadual no repasse de recursos, já que foi aprovada no Congresso, em sete de dezembro- após 16 anos de tramitação, a regulamentação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 29.
O projeto, que segue agora para sanção da presidente Dilma Rousseff, fixa valores mínimos de investimento do orçamento na área da saúde. Uma vez sancionada a Emenda 29, os Estados deverão dedicar pelo menos 12% dos seus orçamentos para o setor. Já a União terá que repassar à saúde o valor empenhado no ano anterior acrescido da variação do PIB nos dois últimos anos. Além disso, o projeto desconsidera gastos com ações de assistência social, limpeza urbana e obras de saneamento como investimentos em saúde.
Em setembro deste ano, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) divulgou estudo , a revelar que todos os 496 municípios gaúchos investem na saúde percentual do orçamento superior aos 15% exigidos pela Constituição. Dom Feliciano, de 2006 a 2010, investiu quase 18% da receita municipal.
A reabertura
O Hospital Dom Sinésio Bohn foi reaberto em 22 de dezembro. Segundo o prefeito, que assumiu em 2009, esse foi apenas mais um dos grandes desafios que a atual administração teve que enfrentar como a redução de R$ 800 mil na arrecadação, enchente, gripe HM1 e queda da Ponte do Arroio Sutil. Boeira, no discurso de reabertura,  fez menção especial ao Ministério Público, representado por  Ricardo Cardoso Lazzarin, que atuou como mediador no processo, e ao bispo Aluísio Sinésio, da Mitra Diocesana de Caxias do Sul. Convocou também toda a população para o fortalecimento da Associação de Saúde de Dom Feliciano, criada para ser a mantenedora do Hospital.

Corsan assina contratos de R$ 140 milhões para sete municípios

Nesta quarta-feira (28), ás 10h, a Companhia Riograndense de Saneamento e a Secretaria de Habitação e Saneamento realizam cerimônia de assinatura da contratação de recursos do PAC 2, Grupo 1, para obras de saneamento nos municípios de Bento Gonçalves, Cachoeirinha, Gravataí, Santo Antônio da Patrulha, Sapiranga, Santa Maria e Canoas. O ato contará com a presença dos prefeitos e representantes das administrações municipais e será realizado no auditório da Corsan.

Segundo o presidente da Corsan, Arnaldo Dutra, esses investimentos significam obras importantes para o desenvolvimento destas cidades. \|A Corsan está aproveitando este novo momento do saneamento brasileiro. Hoje, o setor tem recursos disponíveis e uma política permanente de investimentos. Já em 2013, poderemos sentir o salto de qualidade que nosso Estado terá na questão do tratamento de esgoto, e podemos afirmar que em dez anos as grandes cidades gaúchas terão a possibilidade de atingir a universalização deste serviço\|, afirma Dutra.

Investimentos nos municípios 

Bento Gonçalves: R$ R$ 48.989.502,28
Implantação de sistema de esgotamento do município, compreendendo redes coletoras e ligações prediais na bacia hidrossanitária do Arroio Burati, juntamente com cinco estações elevatórias e uma estação de tratamento. A obra em operação elevará o percentual de cobertura de esgoto para 54%.

Cachoeirinha e Gravataí: R$ 39.206.887,00
Ampliação da estação de tratamento de esgoto localizada ás margens da BR 290 no município de Cachoeirinha. A implantação do empreendimento possibilitará elevar significativamente a cobertura de esgoto dos municípios, alcançando o percentual de 56,53%.

Santo Antônio da Patrulha: R$ 20.013.960,00
Primeira etapa das obras de implantação do sistema de esgotamento sanitário do município, que compreende a execução de 11.550 metros de rede coletora na Bacia do Arroio Pitangueiras, uma estação de bombeamento de esgotos e uma estação de tratamento de esgoto.

Sapiranga: R$ 17.002.240,00
Implantação de sistema de esgotamento compreendendo novas redes coletoras, coletores tronco e ligações prediais parcialmente nas sub-bacias hidrossanitárias SA03 e SA05. A obra adicionará cobertura urbana de esgoto em Sapiranga, passando do atual índice de 8% para 21%.

Santa Maria: R$ 8.708.600,91
Implantação de Elevatória de Água Bruta junto ao rio Ibicuí-Mirim objetivando o reforço do Sistema de Produção de água do município. A implantação do empreendimento propiciará o atendimento de Santa Maria até o ano 2020, com previsão do abastecimento de uma população de 327.114 habitantes.

Canoas: R$ 3.884.162,89
Implantação do Tratamento do Lodo com desidratação mecanizada na Estação de tratamento de água do município.

Minha Casa, Minha Vida: novas regras preveem unidades para idosos e pessoas com deficiência

Portaria do Ministério das Cidades publicada hoje (27) no Diário Oficial da União traz novas regras de priorização e seleção de beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida.


Uma das principais mudanças é a indicação de percentual mínimo das unidades habitacionais para idosos e pessoas com deficiências e suas famílias.
A portaria prevê que 3% das unidades habitacionais de cada empreendimento sejam reservadas a idosos. O mesmo percentual deve ser destinado a pessoas com deficiências ou suas famílias, “na ausência de percentual superior fixado em legislação municipal ou estadual”. As unidades reservadas que não forem ocupadas por falta de candidato idoso ou pessoa com deficiência serão destinadas aos demais participantes.
O novo texto retira ainda exigência de que os candidatos tenham renda familiar mensal bruta de até R$ 1.395,00. A seleção será feita entre os inscritos nos cadastros habitacionais do Distrito Federal, estados e municípios. Determina, também, que “a indicação dos candidatos será realizada, preferencialmente, pelo Distrito Federal ou município onde será executado o empreendimento”. O estado poderá promover a indicação quando for o responsável pelas contrapartidas aportadas ou nos casos em que o município não possua cadastro habitacional consolidado.
A portaria entra em vigor a partir de hoje.
Prazo para municípios com até 50 mil habitantes enviarem propostas
Os municípios com até 50 mil habitantes têm até a próxima sexta-feira (30) para enviar propostas para participar do Minha Casa, Minha Vida, por meio do site do Ministério das Cidades. No total, serão ofertadas 110 mil unidades habitacionais em todo o país, metade do estabelecido em lei até 2014.
As prefeituras poderão apresentar duas propostas, com até 50 unidades habitacionais cada. Os governos estaduais também podem participar da seleção com uma proposta para municípios com menos de 20 mil habitantes e duas para municípios entre 20 e 50 mil habitantes.
O resultado da seleção será publicado em 27 de janeiro de 2012, sendo selecionadas 43.976 moradias na região Nordeste, 29.304 no Sudeste, 14.942 no Sul, 11.404 no Norte e 10.374 no Centro-Oeste.

Denuncie a Violência Contra a Mulher, Ligue Para a Escuta Lilás


A Escuta Lilás é uma central de atendimento à mulher da Secretaria de Políticas para as Mulheres do RS, acessada pelo telefone gratuíto 0800.541.0803 junto ao Centro de Referência da Mulher Vânia Araújo Machado (CRM).
O CRM é um serviço público de acolhimento às cidadãs em situação de violência, que atende as vítimas com o apoio dos vários órgãos que compõem a Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher no Estado do Rio Grande do Sul. 
Ligue para a Escuta Lilás e receba informações sobre os melhores procedimentos para o encaminhamento das situações relatadas por qualquer cidadão preocupado com a garantia dos direitos das mulheres.
 
Escuta Lilás - 0800.541.0803
Atendimento de segunda a sexta
Das 8h30min às 18 horas
Porto Alegre/RS -Brasil 

Para a Central de Atendimento à Mulher, 24 horas, lique:

MDA: Assistência para abandonar tabaco tem R$ 11 milhões em 2012

Dez mil agricultores serão apoiados a trocar de cultura
 
Dez mil famílias de agricultores familiares que plantam tabaco e desejam diversificar suas culturas terão Assistência Técnica e Serviços de Extensão Rural (Ater) – do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). As 13 entidades contratadas para a tarefa, que vão receber R$ 11 milhões, atuarão nos sete maiores estados produtores de fumo no País: Alagoas, Sergipe, Bahia e Paraíba, no Nordeste; Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, no Sul.
Com essa ação, a meta é elevar para 50 mil o número de famílias que recebem alguma ação do Programa Nacional de Diversificação em Áreas Cultivadas com Tabaco, como capacitação, apoio técnico ou participação em pesquisa.
Agricultor - “De fumo eu só tenho experiência ruim, eu não quero mais voltar”, conta o ex-fumicultor, Reguinald Melcher, de 40 anos. Hoje, com a produção de alimentos orgânicos, o agricultor familiar tem uma renda mensal fixa de aproximadamente R$ 2 mil. Quando sobrevivia do cultivo do fumo, o plantio da folha em 2,5 hectares gerava uma renda de no máximo R$ 800 por mês. “Se fosse para eu viver do fumo, já tinha ido embora para a cidade”, disse Reguinald, morador de São Bonifácio, distante 95 quilômetros de Florianópolis (SC).
Assistência - Semanalmente, os agricultores da comunidade recebem orientação da Ater. O técnico do Centro de Estudos da Agricultura Familiar em Grupo (Cepagro), Marcelo Faria, atualmente acompanha os serviços na propriedade de Reguinald e dos seus vizinhos. “A nossa estratégia para fomentar a agricultura familiar orgânica é organizar os agricultores familiares em grupo porque consideramos que dessa maneira potencializamos o conhecimento das famílias relativos à produção e a comercialização”, explica Marcelo.
Programa segue diretriz da OMS
A Comissão Interministerial para a Implementação da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq), que reúne 18 ministérios, encaminha as ações associadas à Convenção da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Brasil ratificou, em novembro de 2005, sua participação na Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (CQCT/OMS), comprometendo-se a implementar medidas para diminuir o tabagismo e apoiar os agricultores produtores de Tabaco na busca de alternativas. Entre as medidas estão o “apoio a atividades alternativas economicamente viáveis” à cultura do fumo (Artigo 17) e “proteção do meio ambiente e saúde das pessoas” na cultura do fumo (Artigo 18). No Brasil há 65 projetos de pesquisa, capacitação e Ater em apoio à diversificação para apoiar 80 mil agricultores familiares.

(Portal Brasil)

Ivar Pavan: cooperativas rurais entram no Simples em 2012

"O cooperativismo é alternativa, mas não solução para tudo. Há cooperativas funcionando em assentamentos próximos a Porto Alegre, mas a situação das áreas cedidas para reforma agrária é muito desigual" | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Geraldo Hasse
Especial para o Sul21 
 
Um dos primeiros atos do governador Tarso Genro em janeiro de 2011, a Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR) ainda opera com funcionários emprestados, principalmente pela Emater, mas termina o ano contabilizando alguns resultados marcantes em favor do seu público-alvo — 379 mil propriedades rurais de base familiar (86% das propriedades rurais do Estado), além de 13 300 famílias assentadas em 283 mil hectares de projetos de reforma agrária, 19 mil índios, 8 160 agroindústrias familiares, 3 900 quilombolas e cerca de 500 cooperativas rurais de pequeno porte.
Das medidas aprovadas nos últimos meses na Assembléia Legislativa, os maiores benefícios alcançam inicialmente as cooperativas rurais, que entram em 2012 podendo enquadrar-se no Simples. “Corrigimos um erro que deixou as cooperativas durante anos fora da simplificação tributária”, diz o secretário Ivar Pavan, ex-presidente da AL, na qual cumpriu quatro mandatos como deputado pelo PT. Outra decisão foi incluir as cooperativas rurais na ajuda fiscal do Fundopem, cujos benefícios alcançavam grandes agroindústrias mas não os pequenos produtores a elas vinculados – Pavan cita como exemplos a Nestlé e outras grandes empresas processadoras de produtos da agricultura familiar.
Com raízes na agricultura familiar de Aratiba, no norte gaúcho, onde explora 50 hectares em sociedade com irmãos, Pavan destaca que, atualmente, a SDR tem cinco escritórios regionais operantes nos quais técnicos orientados pela Emater fazem um diagnóstico da situação do pequeno cooperativismo rural gaúcho, alvo preferencial da SDR por sua abrangência econômica e social. “O objetivo do levantamento é preparar um programa de melhoria da gestão das cooperativas”, diz Pavan, lembrando que no primeiro governo do presidente Lula (2003-2006) foi implantado um programa de renegociação das dívidas das cooperativas. A maior parte das instituições melhorou sua situação, mas algumas ainda carecem de ajuda. Por isso está em fase de aprovação na Assembléia o Programa Pró-Cooperação que, entre outras coisas, manda devolver às cooperativas rurais até 90% do ICMS incidente sobre produtos de origem agrícola.
Na entrevista abaixo, da qual participou o diretor-executivo do Sul21, Benedito Tadeu César, o secretário fala da agricultura familiar, do cooperativismo e da reforma agrária.

Ivar Pavan, sobre a reforma agrária: "achamos que a demanda por terra se esgotou. O que falta para a maioria dos assentados é ajuda técnica" | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Sul21 – Pode-se dizer que a agricultura familiar gaúcha não vai mais pagar imposto?
PAVAN – Diretamente não. Um dos nossos programas já em operação é a isenção tributária para as vendas da agricultura familiar à merenda escolar.
Sul21 – O cooperativismo seria indicado para ajudar assentamentos de reforma agrária?
PAVAN – O cooperativismo é alternativa mas não solução para tudo. Há cooperativas funcionando satisfatoriamente em assentamentos próximos a Porto Alegre, mas a situação das áreas cedidas para reforma agrária é muito desigual. Estamos fazendo um diagnóstico do uso das terras.
Sul21 – Quando vai ficar pronto esse diagnóstico?
PAVAN – Não temos um prazo. O levantamento é difícil e nosso pessoal é pouco, mas o objetivo é conhecer por dentro a realidade da reforma agrária no Estado. Sabemos que alguns lotes foram transferidos para terceiros, tanto que o Incra colocou em oferta pública duas centenas deles, mas mais da metade dos assentados mora nas glebas, que pertencem legalmente ao Estado e só após 20 anos de uso podem gerar título de propriedade para os usuários. Achamos que a demanda por terra se esgotou. O que falta para a maioria dos assentados é ajuda técnica.
Sul21 – Então não haverá mais assentamentos?
PAVAN – No início do ano, no começo do governo, houve a ocupação da Fazenda Palermo, em São Borja. O governador me mandou lá para conversar. Como uma pequena propriedade familiar vai se sustentar longe dos consumidores? Um assentamento a 40 quilômetros da cidade, como esse caso de São Borja, é inviável. Ali a vocação da área está definida há muito tempo para arroz ou pecuária.

"Se não for viabilizada economicamente, a propriedade familiar também não se sustentará nem ambientalmente nem socialmente" | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Sul21 – Quer dizer que a simples posse de terra não resolve?
PAVAN – A reforma agrária veio para resolver um conflito que não existe mais, pois não falta terra. O que falta é orientação técnica para os posseiros. O conceito ideológico que envolve o tema está vencido. O governador quer recuperar a credibilidade da reforma agrária por meio de uma ajuda concreta às famílias assentadas no Rio Grande do Sul.
Sul21 – E como será essa ajuda?
PAVAN – O governo do Estado conseguiu uma verba de R$ 30 milhões do BNDES e vai aplicar outros R$ 30 milhões como contrapartida em infraestrutura produtiva nos assentamentos. Vamos investir em estradas, abastecimento de água, eletricidade, melhorias de solo e armazenagem. Para isso é preciso saber quais os problemas e prioridades. Alguns assentamentos estão longe dos centros de consumo e não têm infraestrutura, são inviáveis. Aliás, temos o compromisso de assentar as famílias acampadas mas somente após definir a vocação de uso das áreas. Em Hulha Negra, por exemplo, o assentamento está se voltando para a produção de sementes.
Sul21 – Isso significa que assentamentos podem ser fechados ou reciclados?
PAVAN – O grande desafio a ser enfrentado é a geração de renda. Se não for viabilizada economicamente, a propriedade familiar também não se sustentará nem ambientalmente nem socialmente.

"Há 45 mil propriedades familiares sem sucessor no Rio Grande do Sul. Temos de discutir o nosso modelo de desenvolvimento agrícola. Morar na cidade é uma ilusão" | Ramiro Furquim/Sul21

Sul21 – A pequena propriedade familiar teria de se comportar como as empresas agrícolas típicas do agronegócio?
PAVAN – Não. Se todo mundo se comportar como empresário rural, pensando exclusivamente em renda, a sociedade vai ter de pagar a conta. A diferença entre o agronegócio e a agricultura familiar é que o agronegócio só procura renda, enquanto o agricultor familiar tem um modo de vida que inclui morar lá onde ele produz. O número de agricultores familiares está caindo: 276 mil agricultores gaúchos saíram do campo na última década segundo o Censo do IBGE.
Sul21 – O êxodo rural começou nos anos 1940…
PAVAN – Esse assunto já era debatido nos anos 1980 no Sindicato dos Trabalhadores Rurais lá de Aratiba. Há 45 mil propriedades familiares sem sucessor no Rio Grande do Sul. Temos de discutir o nosso modelo de desenvolvimento agrícola. Morar na cidade é uma ilusão.
Sul21 – Há mais de 30 anos a canção “Desgarrados”, que ganhou a Califórnia de Uruguaiana, falava disso.
PAVAN – O que precisamos é arranjar soluções para problemas como a seca. Nossa meta é implantar 5 mil projetos de irrigação até o fim do governo, mas esse é um trabalho em que precisamos envolver a Emater, a Embrapa e as universidades junto com os agricultores.

Parabéns ao Blog do Juares pelo sucesso!!!! Que Venha os 300.000!!!!

PROJETO “RESÍDUO TEM VALOR!” COMEÇA A SER VISUALIZADO

O Projeto da Fundação ZERI em Camaquã, “Resíduo Tem Valor!”, que teve início no dia 24 de dezembro de 2010, com a publicação no Diário Oficial do Governo do Estado, começa a ser visualizado pela comunidade. 

Fonte da notícia e da foto: Site da Fundação Zeri
No dia 12 de dezembro, ocorreu a finalização da sua segunda fase, onde ficou estabelecido o plano de ação do Projeto.

A implantação do trabalho começou com reuniões de apresentação da Fundação Zeri e do Projeto aos seguimentos e representantes da sociedade. Nesta fase foi identificado o grupo consultivo, que representou a sociedade camaquense na elaboração do Projeto, entre eles há educadores, advogados, engenheiros, artesãos, empresários, representantes de sindicatos e representantes dos poderes legislativo e executivo municipal.

Na sequência do trabalho, iniciou a fase de elaboração com o grupo consultivo que utilizou a metodologia do PSPC - Pensamento Sistêmico e Planejamento por Cenários. Nesta fase foram realizadas 10 reuniões, a fim de trabalhar os padrões de comportamento e analisado a correlação dos dados relacionados ao município, identificar as relações casuais entre os fatores, hipóteses preliminares, intuições a respeito das influências recíprocas e comparação de curvas, trazer à tona quais são as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças de Camaquã que o Projeto terá que lidar. Ainda nos encontros, foram desenhados o Mapa Sistêmico do Projeto, os Modelos Mentais de cada um dos atores que influenciam a realidade em questão e também como os modelos mentais ajudam a construir ou manter a estrutura atual da realidade, visualizar o futuro de maneira desafiadora e criativa. As mais votadas foram desenvolvimento regional e qualidade de gestão.

Na reta final das reuniões foi construída a visão de futuro de Camaquã para 2030, a partir desse momento, começou o desenvolvimento do Plano de Ação, escolhendo os mais plausíveis, capazes de se concretizar e de se realizar. Finalizado a elaboração o grupo consultivo, construiu o plano de ação que será trabalhado durante o ano de 2012, quando começa a fase de implantação das principais estrategias definidas no Projeto.



APRESENTADA NOVA MESA DIRETORA DA CÂMARA MUNICIPAL PARA 2012

De acorco com o o art. 23 do Regimento Interno da Câmara Municipal de Vereadores de Camaquã, a Mesa Diretora do Poder Legislativo é renovada anualmente e a eleição ocorre na última sessão plenária ordinária de cada ano, após a Ordem do Dia.

Essa eleição ocorreu nesta segunda, 26, na 47ª Sessão Ordinária de 2011, tendo em vista que esta é a última sessão plenária ordinária de 2011.

Conforme o § 1º do art. 23 do regimento, as chapas que concorrerem aos cargos da Mesa deverão ser inscritas na Secretaria da Câmara antes do início da eleição, para registro, devendo conter a indicação dos candidatos e dos respectivos cargos que irão concorrer, com as respectivas assinaturas, sendo que a falta da assinatura de qualquer membro, impede a inscrição da mesma.

A Mesa Diretora é órgão de direção dos trabalhos da Câmara Municipal e compõe do Presidente e de dois secretários. Elege-se também um Vice-Presidente que substitui o Presidente nos casos de ausência e impedimentos. 

A Mesa Diretora da Câmara no ano de 2011 foi: 

Presidente: Osvaldo da Rocha Martins
1º Secretário: Renato Dillmann
2º Secretário: Ludgero Marques
Vice-Presidente: Rogério Duarte
 
A nova Mesa Diretora para 2012 ficou assim composta: 

Presidente: Paulo Renato Dillmann
1º Secretário: Osvaldo Martins
2º Secretário: Everton Clarão
Vice-Presidente: Milton Pereira

A mesa foi eleita com 3 votos contrarios, dos vereadores José Carlos Copes, André Oswaldt e Antonio Altair. Os vereadores entendem que a eleição e apenas um troca-troca de cadeiras entre os que compõe o bloco de situação que tem a maioria dos votos em plenário. O vereador Ludgero Marques não estava presente, ficando o placar em 6 votos a favor e 3 contra. A surpresa ficou por conta do vereador Clarão, tido como de oposição, mais que agora tem acento na Mesa Diretora.

26 de dezembro de 2011

Brasil supera Grã-Bretanha e deve se tornar a sexta maior economia mundial


Foto: Brasília - O Brasil deve superar a Grã-Bretanha e se tornar a sexta maior economia do mundo ao fim de 2011, segundo projeções do Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios (cuja sigla em inglês é CEBR) publicadas na imprensa britânica hoje (26).

De acordo com a consultoria britânica, especializada em análises econômicas, a queda da Grã-Bretanha no ranking das maiores economias continuará nos próximos anos com Rússia e Índia empurrando o país para a oitava posição.

O jornal The Guardian atribui a perda de posição à crise financeira de 2008 e à crise econômica que persiste em contraste com o boom vivido no Brasil na rabeira das exportações para a China.

O Daily Mail, outro jornal que destaca o assunto hoje (26), informa que a Grã-Bretanha foi "deposta" pelo Brasil de seu lugar de sexta maior economia do mundo, atrás dos Estados Unidos, da China, do Japão, da Alemanha e da França.

Segundo o tabloide britânico, o Brasil, cuja imagem está mais frequentemente associada ao "futebol e às favelas sujas e pobres, está se tornando rapidamente uma das locomotivas da economia global" com seus vastos estoques de recursos naturais e classe média em ascensão.

Um artigo que acompanha a reportagem do Daily Mail, ilustrado com a foto de uma mulher fantasiada sambando no carnaval, lembra que o Império Britânico esteve por trás da construção de boa parte da infraestrutura da América Latina e que, em vez de ver o declínio em relação ao Brasil como um baque ao prestígio britânico, a mudança deve ser vista como uma oportunidade de restabelecer laços históricos.

"O Brasil não deve ser considerado um competidor por hegemonia global, mas um vasto mercado para ser explorado", conclui o artigo intitulado "Esqueça a União Europeia... aqui é onde o futuro realmente está".

A perda da posição para o Brasil é relativizada pelo The Guardian, que menciona uma outra mudança no sobe-e-desce do ranking que pode servir de consolo aos britânicos. "A única compensação é que a França vai cair em velocidade maior".

De acordo com o The Guardian, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, se orgulha da quinta posição da economia francesa, mas, até 2020, ela deve cair para a nona posição, atrás da tradicional rival Grã-Bretanha. O enfoque na rivalidade com a França, por exemplo, foi a escolha da reportagem do site This is Money (Isso é Dinheiro) intitulada: "Economia britânica deve superar francesa em cinco anos".

Por BBC Brasil.

Site do Sisu entra no ar: Veja os cursos e vagas disponíveis

Estudantes de todo o País interessados em ingressar no ensino superior público em 2012 já podem consultar a página do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) na internet. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), os candidatos podem verficar através do site os cursos e vagas disponíveis no programa, que selecionará os candidatos por meio da nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011. As inscrições serão abertas em 7 de janeiro.
No primeiro semestre de 2012, o sistema oferecerá 108.552 vagas - 30% a mais em relação ao mesmo período de 2011 - em 3.327 cursos. O número de instituições de ensino também aumentou, de 83 para 95, nos 26 estados - não serão oferecidas vagas em instituições do Distrito Federal.
As inscrições serão abertas a partir da meia-noite de 7 de janeiro e se estenderão até a meia-noite do dia 12 do mesmo mês. O estudante deve fazer duas opções de curso. Durante o período de inscrições, ele poderá mudar essas opções, com base na nota de corte (nota mínima). Cada mudança invalidará a opção anterior.
De acordo com o MEC, diferente dos anos anteriores, quando o sistema ficava fora do ar de zero hora às 6 horas da manhã para atualização, em 2012 ele funcionará ininterruptamente. As notas de corte serão divulgadas de madrugada, diariamente.
O candidato aprovado na primeira opção de curso será automaticamente retirado do sistema. Caso não faça a matrícula na instituição para a qual foi selecionado, perderá a vaga. O que for selecionado para a segunda opção ou não atingir a nota mínima em nenhum dos dois cursos escolhidos pode permanecer no sistema e ser convocado nas chamadas seguintes.

Resultados

O resultado da primeira chamada será divulgado em 15 de janeiro. Os candidatos selecionados terão os dias 19 e 20 para fazer a matrícula. As instituições de ensino superior participantes do processo terão prazo de 19 a 23 do mesmo mês para registrar as matrículas no sistema.
A segunda chamada será divulgada em 26 de janeiro, com matrículas nos dias 30 e 31. Elas serão registradas pelas instituições de 30 de janeiro a 1º de fevereiro.
Os candidatos que não conseguirem vaga nas duas chamadas poderão ainda pedir inclusão, entre 26 de janeiro e 1º de fevereiro, na lista de espera, que será publicada em 4 de fevereiro. As vagas que se tornarem disponíveis para os candidatos na lista de espera serão divulgadas gradativamente pelas instituições. O prazo vai até 2 de março.