
O governador Tarso Genro destacou que o empreendimento confirmado está inserido na política de desenvolvimento do Estado. "Apostamos fortemente nas empresas que estão enraizadas no Rio Grande do Sul para, a partir daí, atrair novos investimentos", afirmou, ao ressaltar a qualificada mão de obra gaúcha. Segundo Tarso, caberá ao Estado liberar a transferência de saldos credores acumulados na exportação, que poderão ser utilizados para a importação de matérias-primas e a para a aquisição de fornecedores gaúchos de máquinas e equipamentos industriais. "O incentivo se justifica pela quantidade e qualidade dos empregos que serão criados", avaliou.
O presidente da Stihl no Brasil, Cláudio Guenther, que estava acompanhado da representante da vice-presidência de Administração e Finanças da Stihl Brasil, Selina Stihl, revelou que o investimento era disputado por outras empresas do grupo, na Alemanha, China e Estados Unidos. "A escolha pela empresa brasileira - que responde por 10% do faturamento do grupo, estimado em mais de € 2,5 bilhões - está relacionada à excelência e alta qualificação da mão de obra que dispomos no Rio Grande do Sul", afirmou. A ampliação, conforme Guenther, irá proporcionar um incremento de 56% na produção de cilindros, 90% destinados à exportação e 10% para o mercado doméstico. A empresa ainda exporta 50% dos motores e ferramentas completas fabricados em São Leopoldo.
Já o secretário de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), Mauro Knijnik, ressaltou o compromisso da empresa em gerar empregos com média salarial não inferior a R$ 2.804,00 em 2011 e a R$ 3.340,00 no ano de 2014. "Além disso, o setor metal-mecânico é um dos setores estratégicos prioritários nos quais estamos trabalhando", afirmou Knijnik. Associar novos investimentos à qualidade do emprego gerado e ao patamar de remuneração, segundo Knijnik, é uma das linhas de atuação da política de desenvolvimento.
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